A BAIXA REPRESENTATIVIDADE DA MULHER NA CÂMARA FEDERAL DOS DEPUTADOS: UM REFLEXO DA VIOLÊNCIA SIMBÓLICA.
DOI:
https://doi.org/10.18066/revistaunivap.v22i40.1504
Resumo
Este texto aprecia os motivos da baixa representatividade da mulher na vida política brasileira, ressaltando que tal fato reflete uma violência simbólica, estabelecida principalmente através dos papeis pré-estipulados aos gêneros feminino e masculino. Busca-se, por meio do conteúdo apresentado, chamar a atenção para a necessidade de investimento em políticas públicas eficazes para inserção das mulheres no meio político. Nesse sentido, são apresentados dados estatísticos e gráficos, buscando apontar a realidade e reforçar a necessidade da desconstrução de pensamentos enraizados na cultura brasileira que inferiorizam a mulher. A partir do conceito proposto pelo sociólogo Pierre Bourdieu (violência simbólica), demonstra-se que a grande diferenciação entre os gêneros, persistente na sociedade brasileira se perfaz de forma implícita e sutil. O foco deste estudo se restringe à Câmara Federal dos Deputados brasileira, na qual se percebe quantitativa e ideologicamente que as mulheres ainda são sub-representadas. A representação das mulheres na política brasileira se faz necessária para a garantia de seus direitos sociais, por meio da participação efetiva nas decisões do Estado, bem como para a manutenção da democracia.
Downloads
Não há dados estatísticos.
Downloads
Publicado
2017-04-10
Como Citar
Araújo, M. A., Pimentel, E. C. S., Boccardo, I., de Souza, M. A., Alves, M. M., & Fernandez, D. L. (2017). A BAIXA REPRESENTATIVIDADE DA MULHER NA CÂMARA FEDERAL DOS DEPUTADOS: UM REFLEXO DA VIOLÊNCIA SIMBÓLICA. Revista Univap, 22(40), 729. https://doi.org/10.18066/revistaunivap.v22i40.1504
Edição
Seção
Resumo - INIC
Licença
Esse trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.
Esta licença permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original.
http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/legalcode
DOI:
https://doi.org/10.18066/revistaunivap.v22i40.1504Resumo
Este texto aprecia os motivos da baixa representatividade da mulher na vida política brasileira, ressaltando que tal fato reflete uma violência simbólica, estabelecida principalmente através dos papeis pré-estipulados aos gêneros feminino e masculino. Busca-se, por meio do conteúdo apresentado, chamar a atenção para a necessidade de investimento em políticas públicas eficazes para inserção das mulheres no meio político. Nesse sentido, são apresentados dados estatísticos e gráficos, buscando apontar a realidade e reforçar a necessidade da desconstrução de pensamentos enraizados na cultura brasileira que inferiorizam a mulher. A partir do conceito proposto pelo sociólogo Pierre Bourdieu (violência simbólica), demonstra-se que a grande diferenciação entre os gêneros, persistente na sociedade brasileira se perfaz de forma implícita e sutil. O foco deste estudo se restringe à Câmara Federal dos Deputados brasileira, na qual se percebe quantitativa e ideologicamente que as mulheres ainda são sub-representadas. A representação das mulheres na política brasileira se faz necessária para a garantia de seus direitos sociais, por meio da participação efetiva nas decisões do Estado, bem como para a manutenção da democracia.Downloads
Downloads
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Esse trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.
Esta licença permite que outros distribuam, remixem, adaptem e criem a partir do seu trabalho, mesmo para fins comerciais, desde que lhe atribuam o devido crédito pela criação original.
http://creativecommons.org/licenses/by/4.0/legalcode