A BAIXA REPRESENTATIVIDADE DA MULHER NA CÂMARA FEDERAL DOS DEPUTADOS: UM REFLEXO DA VIOLÊNCIA SIMBÓLICA.

Marcely Alves Araújo, Elian Carmo Santana Pimentel, Isabella Boccardo, Marina Arantes de Souza, Mauricio Martins Alves, Daniel Lipparelli Fernandez

Resumo


Este texto aprecia os motivos da baixa representatividade da mulher na vida política brasileira, ressaltando que tal fato reflete uma violência simbólica, estabelecida principalmente através dos papeis pré-estipulados aos gêneros feminino e masculino. Busca-se, por meio do conteúdo apresentado, chamar a atenção para a necessidade de investimento em políticas públicas eficazes para inserção das mulheres no meio político. Nesse sentido, são apresentados dados estatísticos e gráficos, buscando apontar a realidade e reforçar a necessidade da desconstrução de pensamentos enraizados na cultura brasileira que inferiorizam a mulher. A partir do conceito proposto pelo sociólogo Pierre Bourdieu (violência simbólica), demonstra-se que a grande diferenciação entre os gêneros, persistente na sociedade brasileira se perfaz de forma implícita e sutil. O foco deste estudo se restringe à Câmara Federal dos Deputados brasileira, na qual se percebe quantitativa e ideologicamente que as mulheres ainda são sub-representadas. A representação das mulheres na política brasileira se faz necessária para a garantia de seus direitos sociais, por meio da participação efetiva nas decisões do Estado, bem como para a manutenção da democracia.

Palavras-chave


mulher; violência simbólica; política.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18066/revistaunivap.v22i40.1504

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