EVIDÊNCIAS DA EFICÁCIA DA LASERTERAPIA DE BAIXA INTENSIDADE NA PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA MUCOSITE ORAL

Gualberto de Abreu Soares, Jurecir da Silva Silva, Elaine Ferreira do Nascimento, Jéssica Pereira dos Santos, Jossuely Rocha Mendes

Resumo


Introdução: Dentre as formas de prevenção e controle da Mucosite Oral o uso dos Lasers de Baixa Intensidade destaca-se como eficiente. Objetivo: Avaliar as evidências científicas do uso da LBI na prevenção e tratamento da MO. Metodologia: Realizou-se uma pesquisa eletrônica na Biblioteca Virtual em Saúde – (www.bireme.br), onde foram selecionadas as publicações dos anos de 2003 a 2013, que possuíam como palavras chaves os termos; Mucosite, Lasers, Prevenção e controle, na língua portuguesa; e Mucositis, lasers, Prevention and control na língua inglesa. Foram selecionados 21 artigos pelos itens de inserção: (1) pesquisas escritas no idioma inglês ou portuguesa; (2) pesquisas de estudos experimentais; (3) pesquisas originais. Os itens de restrição foram: 1) trabalhos científicos que estivessem divulgados em outras formatações, como revisões e materiais educativos; 2) pesquisas que não contivessem seu resumo nas bases de dados selecionadas; 3) pesquisas de acesso restrito; 4) pesquisas com deficiência na descrição metodológica. Resultados: Encontrou-se 42% (n=9) dos artigos relatando do uso da laserterapia no tratamento da mucosite, 28% (n=6) na prevenção e 30% (n=7) na prevenção e tratamento. Discussão: O laser de Arseneto de Gálio e Alumínio, com comprimento de onda de 660nm, potência de 30mW e densidade de energia 2 J/cm2, aplicado de forma pontual é o mais eficiente. Conclusão: A LBI é eficiente na prevenção e tratamento da Mucosite Oral. Entretanto, não existe uma padronização de protocolos de uso e muito menos trabalhos que busquem resolver essa particularidade.


Palavras-chave


Mucosite; lasers; prevenção e controle.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18066/revistaunivap.v24i46.356

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