EFEITO RESIDUAL DO TARO CONSORCIADO COM LEGUMINOSAS NOS TEORES DOS PIGMENTOS FOTOSSINTETIZANTES DE BRASSICA OLERACEA

Rafael Costa de Sant'Ana, Hediberto Nei Matiello, Alessandra do Nascimento Pedro, Stanley Bravo Buffon, Dayane Littig Barker, Sara Dousseau Arantes, Rafael Zucateli da Vitoria, Felipe de Tássio Gonçalves de Oliveira, Renan Garcia Malikouski, Felipe Pereira Dal'col, João Nacir Colombro

Resumo


Avaliou-se o efeito residual do consórcio taro e crotalarias sob duas posições de plantio nos teores dos pigmentos fotossintetizantes do repolho (Brassica oleracea var. capitata L.). O experimento foi conduzido no Instituto Federal do Espírito Santo – campus Santa Teresa no período de agosto a novembro de 2015, dois meses após a colheita do cultivo anterior. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, em esquema fatorial com dois fatores para posição (distribuição espacial nos sentidos norte-sul e leste-oeste) e três fatores para a cultura (efeito residual do consórcio taro (Colocassia esculenta (L.) Schott) com a Crotalaria juncea, Crotalaria spectabilis, mais o taro solteiro) correspondendo a 6 tratamentos com 4 repetições. Não foram observadas diferenças estatísticas entre os teores de pigmentos fotossintetizantes para os fatores consórcio e posição, provavelmente este resultado foi devido ao elevado vigor do hibrido utilizado, ASTRUS PLUS.


Palavras-chave


Crotalaria juncea; Crotalaria spectabilis; Colocasia esculenta; Brassica oleracea var.capitata

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DOI: http://dx.doi.org/10.18066/revistaunivap.v22i40.1249

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