A PREVALÊNCIA DE INCONTINÊNCIA URINÁRIA EM MULHERES NA PÓS-MENOPAUSA

Juliana de Oliveira Souza, Celso da Silva Mascarenhas, Adriana Cristina Pereira do Nascimento, Arlan da Silva Gonçalves, Luciana Carvalho Pereira, Marilza Alves Porto Kuraiem, Ariela Torres Cruz

Resumo


Este trabalho teve como objetivo verificar a prevalência de incontinência urinária em mulheres no período pós-menopausa e traçar o perfil epidemiológico dessa população. Foram entrevistadas quarenta mulheres com idade entre 50 e 82 anos, com um período mínimo de um ano de amenorreia. A coleta de dados foi realizada utilizando um questionário elaborado pelos próprios autores, que buscavam informações referentes a fatores de risco para a incontinência urinária e suas características clínicas. Dentre as mulheres entrevistadas, 20 apresentavam incontinência urinária, sendo que 70% das mulheres incontinentes eram caucasianas e 80% apresentavam alterações no Índice de Massa Corporal e não faziam uso de Terapia de Reposição Hormonal. Quanto ao histórico gineco-obstétrico, a maioria vivenciou 5 ou mais partos normais e foi submetida à histerectomia. Muitas mulheres entrevistadas relataram perda de urina em mais de uma situação da vida diária. Quando questionadas sobre o tratamento, 80% delas referiram nunca ter procurado ajuda médica e nenhuma delas fazia tratamento para a doença. Sendo assim, na assistência à saúde da mulher, mostra-se necessária a identificação do problema e de seus fatores de risco, assim como estratégias de intervenções para prevenção, diagnóstico e tratamento relacionados à perda urinária feminina.


Palavras-chave


incontinência urinária; menopausa; estrogênio; assoalho pélvico.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18066/revistaunivap.v21i37.288

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