CORREDORES ECOLÓGICOS: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA A FRAGMENTAÇÃO FLORESTAL

Autores

  • Gizely Azevedo Costa Instituto Federal do Espirito Santo - Campus de Alegre
  • Caroline Tavares Firmino Instituto Federal do Espirito Santo - Campus de Alegre
  • Jéferson Luiz Ferrari Instituto Federal do Espirito Santo - Campus de Alegre
  • Daiani Bernardo Pirovani

DOI:

https://doi.org/10.18066/revistaunivap.v22i40.1350

Palavras-chave:

Corredor Ecológico, Fragmentação Florestal, Preservação da Biodiversidade.

Resumo

Grande parte da biodiversidade da Mata Atlântica encontra-se presente em fragmentos florestais, em parte segregados devido a ações antropogênicas causadas pelo homem ou devido a causas naturais, diante de tal situação constata-se a importância da tomada de medidas a fim de mitigar os problemas decorrentes dessa fragmentação, sendo uma alternativa viável para o problema a utilização dos corredores ecológicos. Assim, objetivou-se com esse estudo realizar um levantamento bibliográfico sobre a importância dos corredores ecológicos, salientando os que estão presentes no Estado do Espirito Santo bem como levantar os que ainda estão para serem implementados. Para isso foi realizada uma pesquisa bibliográfica. Sendo assim foi possível constatar os inúmeros benefícios dos corredores a fim de devolver aos habitats o equilíbrio natural é ainda perceber que a nível de Estado medidas vem sendo adotadas e diversos corredores estão para serem implementados, com atividades em andamento.

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Biografia do Autor

Gizely Azevedo Costa, Instituto Federal do Espirito Santo - Campus de Alegre

Ciências Biológicas

Caroline Tavares Firmino, Instituto Federal do Espirito Santo - Campus de Alegre

Ciências Biológicas

Jéferson Luiz Ferrari, Instituto Federal do Espirito Santo - Campus de Alegre

Ciências Biológicas

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Publicado

2017-03-22

Como Citar

Costa, G. A., Firmino, C. T., Ferrari, J. L., & Pirovani, D. B. (2017). CORREDORES ECOLÓGICOS: UMA ALTERNATIVA VIÁVEL PARA A FRAGMENTAÇÃO FLORESTAL. Revista Univap, 22(40), 648. https://doi.org/10.18066/revistaunivap.v22i40.1350