A ESCASSEZ DA PRESENÇA FEMININA NOS DEPARTAMENTOS DE CRIAÇÃO DAS AGÊNCIAS DE PUBLICIDADE BRASILEIRAS E SUAS CONSEQUÊNCIAS PARA A REPRESENTAÇÃO DE GÊNERO

Daniella Zarro Teixeira Silva Pinto, Flavia dos Santos Cardoso

Resumo


Este artigo irá observar como a escassez da presença feminina nos departamentos de criação das agências de publicidade brasileiras se relaciona com a concepção de peças e campanhas publicitárias machistas, influenciando diretamente na disseminação de valores que reforçam a desigualdade de gênero. Por meio de pesquisa bibliográfica, documental e estudo de caso, utilizando como fonte estatísticas de organizações como 65/10, Think Eva e Instituto Patrícia Galvão, além de notícias e depoimentos veiculados em portais como Carta Capital, Folha de São Paulo, AdNews e Meio & Mensagem, discute-se as razões da dificuldade em quebrar esses padrões, enraizados na sociedade, na cultura e refletidos no ambiente de trabalho. Compreende-se que a publicidade tem poder e responsabilidade sobre a formação da opinião comum e pode se utilizar disso para reverter uma estrutura discriminatória. Porém, e antes disso, a publicidade precisa questionar sua própria estrutura, que não oferece plena abertura para a igualdade e representação.

Palavras-chave


Mulher; publicidade; agência; machismo.

Texto completo:

PDF


DOI: http://dx.doi.org/10.18066/revistaunivap.v22i40.927

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


Direitos autorais 2017 Revista Univap

 

 Universidade do Vale do Paraíba – UNIVAP

Pró-reitoria de Pós-Graduação e Pesquisa

Profa. Dra. Sandra Maria Fonseca da Costa

Av. Shishima Hifumi, 2911 – Urbanova
12244-000 - São José dos Campos – SP

revista.univap.br-revista@univap.br
Telefone: (12) 3947-1237

 

Licença Creative Commons

Esse trabalho está licenciado com uma Licença Creative Commons Atribuição 4.0 Internacional.