COMO? PALETAS MEXICANAS BRASILEIRAS?

Autores

  • Daniela Maria Alves Chaud Universidade Presbiteriana Mackenzie
  • Edeli Simioni Abreu Universidade Presbiteriana Mackenzie
  • Andrea Carvalheiro Guerra Matias Universidade Presbiteriana Mackenzie
  • Ana Carolina Oliveira Universidade Presbiteriana Mackenzie

DOI:

https://doi.org/10.18066/revistaunivap.v21i38.371

Palavras-chave:

sorvetes, México, Brasil, antropologia cultural

Resumo

As informações sobre alimentação estão mais acessíveis e democráticas. As tendências alimentares são inspiradas por diversos fatores, mas sempre estão associados à moda, mídia e como forma de conjectura de um estilo de vida. Há pouco tempo, as grandes cidades brasileiras foram invadidas por uma nova mania: as paletas mexicanas, que, na verdade, não são “tão mexicanas”. Esses sorvetes apresentam qualidades organolépticas marcantes, em virtude, entre outros fatores, ao alto teor de açúcar e, em alguns casos, de gorduras. A concepção gourmetizada e natural dessa iguaria, seu custo e as propriedades nutricionais são peculiares e, aparentemente, um modismo. Esse trabalho teve como objetivo conhecer a composição desses produtos, a partir das informações nutricionais contidas nos sites das empresas produtoras, bem como as suas peculiaridades e concepções. Apesar da conotação natural e gastronômica, alto valor calórico, gorduras (especialmente na versão recheada sabor brigadeiro) e elevadas quantidades de açúcares, foram encontrados, em média, por unidade: 207,2 Kcal; 38,4g de carboidratos; 3,9g de proteínas e 5,3g de gorduras. Uma rica ênfase na cultura mexicana, religiosidade e identidade visual marcante foram identificadas nos sites dos produtos pesquisados.

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Biografia do Autor

Daniela Maria Alves Chaud, Universidade Presbiteriana Mackenzie

Coordenador do Curso de Nutrição do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde, da Universidade Presbiteriana Mackenzie.

Edeli Simioni Abreu, Universidade Presbiteriana Mackenzie

Professora Ajunta do curso de Nutrição do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade Presbiteriana Mackenzie

Andrea Carvalheiro Guerra Matias, Universidade Presbiteriana Mackenzie

Professora Assistente dos cursos de Nutrição e Tecnologia em Gastronomia do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade Presbiteriana Mackenzie

Ana Carolina Oliveira, Universidade Presbiteriana Mackenzie

Técnica do Curso de Nutrição do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade Presbiteriana Mackenzie

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Publicado

2016-03-10

Como Citar

Chaud, D. M. A., Abreu, E. S., Matias, A. C. G., & Oliveira, A. C. (2016). COMO? PALETAS MEXICANAS BRASILEIRAS?. Revista Univap, 21(38), 56–67. https://doi.org/10.18066/revistaunivap.v21i38.371