COKRIGAGEM NA ESTIMATIVA ESPACIAL DA UMIDADE RELATIVA DO AR PARA O ESTADO DA BAHIA, BRASIL

Autores

  • Samira Luns Hatum de Almeida Universidade Federal do Espírito Santo
  • Vinícius Agnolette Capelini Universidade Federal do Espírito Santo
  • Jorge Tadeu Fim Rosas Universidade Federal do Espírito Santo
  • Gabriel Dias de Oliveira Universidade Federal do Espírito Santo
  • Julião Soares de Souza Lima Universidade Federal do Espírito Santo
  • Samuel de Assis Silva Universidade Federal do Espírito Santo

DOI:

https://doi.org/10.18066/revistaunivap.v22i40.1634

Palavras-chave:

Geoestatística, Krigagem, Interpolador, Sistema de Informação Geográfica.

Resumo

A estimativa da umidade relativa do ar para o Estado da Bahia é de grande importância para a atividade agrícola praticada na região, uma vez que essa variável influência em vários aspectos da cultura e também no bem-estar animal, já que a região possui uma forte atividade agropecuária. Com este trabalho se objetivou estimar a umidade relativa do ar no Estado da Bahia por meio da geoestatística, a partir de sua relação com a altitude, utilizando um método de interpolação multivariada, a cokrigagem. A cokrigagem permite obter estimativas mais precisas quando analisadas pares de variáveis. A utilização da altitude como variável auxiliar possibilitou bom desempenho para a interpolação por cokrigagem, sendo recomendada nesse tipo de estudo. A cokrigagem maximizou a variabilidade espacial da umidade relativa do ar no Estado da Bahia, reduzindo a continuidade do fenômeno principalmente nas regiões montanhosas do estado, na região próxima ao rio São Francisco e na divisa com os Estados de Pernambuco, Alagoas e Sergipe.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Downloads

Publicado

2017-04-25

Como Citar

Luns Hatum de Almeida, S., Capelini, V. A., Rosas, J. T. F., de Oliveira, G. D., Lima, J. S. de S., & Silva, S. de A. (2017). COKRIGAGEM NA ESTIMATIVA ESPACIAL DA UMIDADE RELATIVA DO AR PARA O ESTADO DA BAHIA, BRASIL. Revista Univap, 22(40), 810. https://doi.org/10.18066/revistaunivap.v22i40.1634