GERMINAÇÃO E VIGOR DE SEMENTES DE MARACUJÁ AMARELO SOB ESTRESSE SALINO

Autores

  • Paula Aparecida Muniz de Lima Universidade Federal do Espírito Santo
  • Khétrin Silva Maciel Universidade Federal do Espírito Santo
  • Rodrigo Sobreira Alexandre Universidade Federal do Espírito Santo
  • José Carlos Lopes Universidade Federal do Espírito Santo

DOI:

https://doi.org/10.18066/revistaunivap.v22i40.1290

Palavras-chave:

cloreto de potássio, cloreto de sódio, Passiflora edulis Sims f. flavicarpa D., potenciais osmóticos

Resumo

Objetivou-se com o presente trabalho estudar a qualidade fisiológica de sementes de maracujá amarelo submetidas ao estresse salino. Foram utilizadas sementes de maracujás colhidas em pomares da região Sul capixaba. A germinação das sementes foi feita em rolos de papel germitest, colocados em câmaras de germinação tipo BOD, à temperatura de 20-30 ºC. Foi avaliado o estresse salino em soluções de cloreto de potássio e cloreto de sódio, com potenciais osmóticos de 0,0; -0,4; -0,8; -1,2; -1,6 e -2,0 MPa. O delineamento experimental foi inteiramente ao acaso, com quatro repetições de 25 sementes por tratamento. Foram analisadas a germinação e o vigor pelo índice de velocidade de germinação das sementes. A germinação e o vigor foram afetados à medida que os potencias osmóticos tornaram-se mais negativo, inibindo totalmente a germinação quando a concentração de sal foi maior, ou seja,  -1,2 MPa. 

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Biografia do Autor

Paula Aparecida Muniz de Lima, Universidade Federal do Espírito Santo

Engenharia Agronômica

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Publicado

2017-03-13

Como Citar

Lima, P. A. M. de, Maciel, K. S., Alexandre, R. S., & Lopes, J. C. (2017). GERMINAÇÃO E VIGOR DE SEMENTES DE MARACUJÁ AMARELO SOB ESTRESSE SALINO. Revista Univap, 22(40), 622. https://doi.org/10.18066/revistaunivap.v22i40.1290